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15/12/2025

NO DIA DO ARQUITETO, UM PASSEIO POR QUEM MOLDOU A ALMA DA CIDADE.

 

Dezembro de 2025   Vol. 1 Edição 8

NO DIA DO ARQUITETO, UM PASSEIO POR QUEM MOLDOU A ALMA DA CIDADE.

Alguns lugares parecem ter sido desenhados não só com régua e compasso, mas com sentimento. Na Bahia, há construções que não apenas se impõem ao olhar, elas conversam, abraçam e respiram junto com a cidade.

Em dezembro, quando se comemora o Dia do Arquiteto, nos pegamos pensando: O que essas pessoas desenham, afinal? Mais do que edifícios, elas moldam o modo como vivemos, sentimos e nos conectamos com o mundo à nossa volta.

Aqui, na terra onde o sol encontra o mar com generosidade, nasceram ideias que transformaram a arquitetura moderna brasileira. Gente como Lina Bo Bardi e João Filgueiras Lima, o Lelé, entendeu que o concreto também pode ser leve, se tiver intenção, se respeitar o clima, o terreno e, sobretudo, o povo.

Essa sensibilidade está no traço de escolas, museus e edifícios que se integram à vida. Mas também nos móveis que habitam esses espaços. Porque, sim, a forma como a gente senta, acolhe, descansa e compartilha diz muito sobre a cultura de um lugar. É por isso que acreditamos que design é mais do que estética, é memória, é gesto, é identidade.

E se você quiser sentir isso na pele (ou melhor, nos pés e nos olhos), a gente tem um convite especial:
Para quem deseja viver essa conexão entre arquitetura, cultura e paisagem, deixamos aqui uma sugestão de passeio a pé por cinco lugares que nos ajudam a entender por que a Bahia tem uma das arquiteturas mais singulares do Brasil.

 

1. Comece pela Casa do Carnaval, onde a arquitetura colonial portuguesa se abre para a Baía de Todos os Santos, e onde a festa ganha forma de história interativa.
2. Siga até a Catedral Basílica de Salvador, com sua fachada de pedra lioz e interiores cobertos de azulejos e detalhes barrocos.
3. A poucos passos dali, a Igreja e Convento de São Francisco impressiona com o dourado em cada centímetro e a força da arte sacra brasileira.

 

4. Descendo a Ladeira da Misericórdia, o tempo muda. A ambiência colonial se encontra com o concreto poético do modernismo de Lina e Lelé.
5. Por fim, o Espaço Coati, mesmo temporariamente fechado, ainda pulsa como símbolo de preservação e reinvenção.
6. E o final da jornada? É som e arquitetura. A Cidade da Música da Bahia, no antigo Casarão dos Azulejos, mistura passado e tecnologia em um museu vivo, com vista para o mar e para o Forte de São Marcelo. Um lembrete de que nossa história continua sendo escrita, cantada e construída.

 

Esse passeio é uma aula ao ar livre sobre como a arquitetura pode ser corpo, cultura e beleza. E pra nós, da CRIA, cada edifício desse roteiro carrega a mesma intenção que buscamos nos nossos móveis: expressar quem somos, com simplicidade e afeto.

Com carinho artesanal,
Família CRIA

 

Dezembro de 2025   Vol. 1 Edição 8